Depois de Lira Bus até Guarulhos, vôo GRU-Lisboa, vôo Lisboa-Gatwick, trem Gatwick-Victoria, metrô Victoria-Kings Cross, só cheguei ao hotel quase seis da tarde, por isso posso chamar o dia de hoje em "um pulinho", ou, para ser mais metida, "um entardecer" em Londres.
Fun fact sobre os londrinos: sabe essa coisa de obedecer o sinal vermelho para pedestres? Booom, o "vai que dá" é meio que uma regra local. A primeira coisa que se nota aqui é que ingleses não são alemães. Para pegar uma escada rolante para o metrô, é um salve-se quem puder. Junta-se o fato de que o trem é um aperto e a plataforma super estreita, ficamos com a impressão de que o metrô paulistano, principalmente nas linhas Verde e Amarela, é um exemplo de civilização.
Mas é só um fun fact. Embora tenham me parecidos um tanto 'cavalos' no transporte público, em todas as outras transações deram-me a impressão de serem bem tranquilos. A alfândega foi um sossego, os vendedores de loja, prestativos, os atendentes do pub simpáticos. O que me leva à parte legal: Passeio!
O hotel desta noite fica a uma quadra de King's Cross. Para os fãs de Harry Potter, a bela estação é uma atração em si. Se na ficção ela leva o bruxinho à Hogwarts, na vida real ela me levará a Edimburgo amanhã cedo.
Tirei umas fotos da estação, como vocês poder ver ao final do post, e rumei para Oxford Street. Gente, se você é pelo menos 1% perua, dá a maior vontade de cair na gastança. As lojas de departamentos ficam em prédios belíssimos, há tanto marcas luxuosas quanto aquelas mais "affordable", e as estreitas perpendiculares são uma perdição gastronômica. Resultado: Comprei uma capa de chuva/trench coat na Marks & Spencer e depois comi como uma ogra no pub tradicional The Green Man (foto no fim do post).
A última foto é de meu caro companheiro de viagem (meu pai) em uma dessas paralelas fofas da Oxford Street. Bom, e agora é dormir, o que não será fácil após aquela refeição insana.






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